Tradução: George MacDonald #47

Olá pessoal!

Depois do último grande trecho, voltamos a um menor, mas igualmente cheio de sentido. Aqui George MacDonald fala que podemos tentar justificar racionalmente nossa falta de amor para com alguma pessoa: não são dadas razões (ou porquês) para aquele algo que é necessário a toda existência criada por Deus.

Mansão de Cowper-Temple em broadlands onde George MacDonald lecionou.
Mansão de Cowper-Temple em broadlands onde George MacDonald lecionou.

47 – Ninguém ama porque vê o porquê

“Onde um homem não ama, o não-amar deve parecer racional. Pois ninguém ama porque vê o porquê, mas porque ama. Nenhuma razão humana pode ser dada para a mais alta necessidade da existência criada divinamente. Pois razões são sempre de cima para baixo.”

(George MacDonald – Unspoken Sermons – Love Thy Neighbour)

Decisão pela promessa

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Escrito por Thiago de Paula Cruz

Ai… Ai… Ai…

Não está sendo uma semana muito fácil… Estou aqui colocando alguns garranchos no papel para ver se consigo pôr alguma ordem em meus pensamentos. Mas garranchos MESMO… Acho que nunca escrevi tão rápido e sem qualquer zelo com a forma de cada letra em particular… Nem estou olhando direito para o papel… Tenho medo de me assombrar com tal desleixo e abandonar essa tentativa meio desesperada e desesperadora… Continuar lendo

Autor leitor

Olá pessoal!

Hoje a reflexão tem um argumento simples, mas acredito que seja essencial por tratar de um tema ainda relevante na crítica literária como um todo. A pergunta que faço aqui é: teria o autor alguma primazia na compreensão de sua própria obra? Esse questionamento surge pela seguinte frase muito fácil de ser ouvida: “Mas não foi isso que o autor quis dizer!“. Porém, antes devemos começar de algumas definições mais elementares antes de tentarmos responder a este questionamento.

Santo Agostinho de Hipona no Scriptorium.
Santo Agostinho de Hipona no Scriptorium.

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